Eu, do Nada

Isabel Tallysha-Soares

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sinopse
Esta é a história de um local que resistiu às eras sendo Nada, uma quinta onde, na peculiaridade do nome, sempre se negociou vida e transcendência com a naturalidade do desassombro. É a história de Luísa, feita varão do Nada, nascida Matilde em 1911. É a história de um país interseccionando-se no quotidiano rural de uma Casa grande de vinho e pão, sobrevivendo às Invasões Francesas, a ciclones, ditaduras, fantasmas e outros bichos, sobrevivendo à dor e à perda da sucessão de tempo atrás de tempo.

Sobreviverá o Nada a Luísa? Ou tornar-se-á Luísa uma réplica de Máxima, a Senhora que vive na distância altaneira do segundo andar da Casa do Nada?

Baseado em factos reais.
Isabel Tallysha-Soares
Isabel Tallysha-Soares não nasceu nesta língua. Aprendeu-a às pressas em velhos volumes da Nau Catrineta tomados de tempo e guardados num armário livreiro com vidraças forradas a carmesim. Decorou Pessoa e leu Eça na obrigação da aprendizagem de uma língua estranha e circunvolutória. Fez-lhe as pazes no Ramalho de John Bull percebendo, por fim, que esta é uma língua de sol e Meridião, que tanto escreve o tudo como o Nada.
Diários de Nada é o blogue da autora (http://diariosdenada.blogspot.com)
Outras obras do autor
Ano de edição ou reimpressão: 2017
Editor: Coolbooks
ISBN: 978-989-766-119-8
Idioma: Português
Número de páginas (estimadas): 162